Atrás de uma porta fechada

*Na escuridão de sua cela, já não vive!**O QUE É VIDA?*

Archive for maio \25\UTC 2007

Sobe e desce do Amor e do Ódio

Posted by Julian Elli em 2007/05/25

A estranheza do meu Ser…

Amor vai se transformando em ódio, e este em amor, com a rapidez dos segundos.

Vi na tv o caso de uma rapaz (Roberto Neto) que sobreviveu a um acidente de carro, no qual 3 parentes dele morreram: pai, irmão e tio.
Tive dó dele, ao dar a entravista na tv, deitado na cama, sem poder se levantar e chorando.

Ao encontrar seu Orkut e ler que ele estava namorando uma fêmea, enchi-me de repulsa, e aquela compassividade pela situação dele, transfigurou-se num nojo, e eu desejava que ela também tivesse morrido na tragédia!

Neto Cavalcanti

Noutro caso, em que uma garota morreu ao cair de um brinquedo em MG, durante um rodeio, eu fiquei feliz pelo rapaz (Daniel Mazzette) ter perdido a namorada. Naquela ocasião, era como se o cara tivesse regredido a um estado sublime, de equilíbrio.

Daniel Mazzette

Mas de uma maneira geral, alguns poucos heterossexuais não me despertam ódio, HETEROFOBIA! A questão é, como para os heteros, é tão fácil achar alguém e formar um casal, ele tratam o relacionamento como uma banalidade, traem sempre, e vivem num mundo caótico – deles. São poucos, entre eles, que sabem conviver e respeitar seu/sua  parceiro(a). Até a criação dos filhos deles é precária. No final, o mais certo é que tudo que vem fácil não se dá o devido valor – para eles!

*As maiores atrocidades já cometidas em todas hitória dos humanos, sempre tiveram origem na pessoa heterossexual, tais como guerras, genocídios, roubos milionários, comércio sexual de crianças, seqüestros, tráfico de órgãos (no Brasil existem centenas ou milhares de pessoas desaparecidas), criação de armas de destruição em massa (nuclear ou biológica), etc.*

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Concerto das trevas

Posted by Julian Elli em 2007/05/21

Na noite da sexta-feira, dia 18 de maio, sai com uma amiga para assistirmos a apresentação de música barroca na Igreja de São Bento, no centro de João Pessoa.

Era um repertório sobre Orpheu, sendo execultadas músicas de amor… Porém, aquele sentimentalismo todo, não me tocava. Eu estava distante, mergulhado em pensamentos macabros… Algumas imagens de pessoas naquele local, feria-me os olhos, e ao fechá-los, eu via quase toda aquela gente degolada e pendurada em ganchos, pelos pés. Outros estavam estripados e tinham brasas de carvão queimando seus olhos. Eu via um oceano de sangue escorrendo pelas paredes e chão, e mesmo diante do sofrimento e da carnificiana, ninguém chorava ou gritava, era um silêncio mórbido total, e não havia nem um tipo de movimento, era tudo estático. Até o ar estava inanimado!

Tudo isso ocorreu em breves 5 segundos.

pendurado.jpg

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