Atrás de uma porta fechada

*Na escuridão de sua cela, já não vive!**O QUE É VIDA?*

THALES SCHOEDL: Animus necandi + Animus laedendi

Posted by Julian Elli em 2007/08/30

*Animus necandi: Intensão de matar

*Animus laedendi: Intensão de ferir

Como muitos deles são patéticos… Tratam a vida alheia como algo tão banal quanto jogar lixo no chão!

Os motivos, se é que podem ser entendidos como tal, para uma ato de extermínio é de deixar uma mente invulgar perpléxa.

 

“(…)Às quatro horas do dia 30 de Dezembro de 2.004, THALES FERRI SCHOEDL se irritou quando ouviu simples comentário a respeito dos atributos de sua namorada MARIANA OZORES BARTOLETTI, não dirigido a ele ou à moça diretamente, feito entre rapazes reunidos em torno de automóvel de marca “Fiat”, modelo “Pálio”, estacionado no “Largo dos Coqueiros”, perto da praia “Riviera de São Lourenço”, município de Bertioga.

THALES FERRI SCHOEDL desafiou, de forma inadequada e claramente despropositada, de imediato, FELIPE SIQUEIRA CUNHA DE SOUZA, o qual estava no aludido grupo de moços, pois o acusou, em voz alta e asperamente, de incomodar MARIANA OZORES BARTOLETTI.

Ao presenciar, contudo, a aproximação de FELIPE SIQUEIRA CUNHA DE SOUZA e do amigo dele, DIEGO FERREIRA MODANEZ, pela rua “Passeio da Riviera” (via contígua ao “Largo dos Coqueiros”) e em seguida à sua provocação, THALES FERRI SCHOEDL efetuou disparos, de maneira notavelmente desproporcional, contra ambos(…)

THALES FERRI SCHOEDL matou, assim, DIEGO FERREIRA MODANEZ e iniciou a execução de homicídio contra FELIPE SIQUEIRA CUNHA DE SOUZA, que não se consumou por circunstâncias alheias à sua vontade, cometendo os crimes dolosos contra a vida por motivo fútil(…)”

Texto extraído de http://conjur.estadao.com.br/static/text/32351,1

 

Quem anda armado tem sempre intensão de usar sua arma em qualquer situação, seja num confronto ou em mera discussão, e neste caso não houve estas situações. É o caso do típico machão – porque estava armado! – tentando se exibir para sua fêmea. PATÉTICO E RIDÍCULO!

JUSTIÇA, NESTE MUNDO NÃO HÁ, mas seria mais justo PENALIZÁ-LO COM 30 ANOS DE RECLUSÃO EM REGIME FECHADO E SEM DIREITO A CONDICIONAL, pois não há justificativa aceitável para este ato, e sob esta situação.

 

musicas.jpg

12 Respostas to “THALES SCHOEDL: Animus necandi + Animus laedendi”

  1. Naockham said

    [b]Acredito e valido a expressão OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE.

    SE O TAL DIEGO SACOU UMA ARMA NA INTENSÃO DE FERIR OU MATAR O THALES, ESTOU DE ACORDO COM O THALES TER SIDO MAIS ÁGIL EM SACAR SUA ARMA E DEFENDER SUA INTEGRIDADE FÍSICA!

    CASO CONTRÁRIO, SE HOUVE ALGUMA AGRESSÃO VERBAL, DEVERIA TER ACORRIDO UM BATE-BOCA, E SÓ.

    LI A SÍNTESE DO PROCESSO E NÃO HÁ REFERÊNCIAS AOS THALES TER SOFRIDO AGRESSÃO FÍSICA OU PERSEGUIÇÃO DAQUELES RAPAZES QUE ESTRARIAM NAQUELE LOCAL DA TRAGÉDIA. SENDO ASSIM, O THALES QUE ANDAVA ARMADO, ACREDITO EU, TINHA REAIS INTENSÕES DE MATAR ALGUÉM, NÃO SENDO NECESSÁRIAMENTE O DIEGO- LOCAL E HORA ERRADA! SENDO ALGUÉM “ESTUDADO” E OCUPANDO UM CARGO DE PROMOTORIA, ELE DEVERIA TER AGIDO PARA INTIMIDAR (atirado pra cima), CASO ESTIVESSE EM SITUAÇÃO DE RISCO. ABRAÇO A IDÉIA DE QUE A ATITUDE DELE FOI UM ATO EXIBICIONISTA, POIS É TÍPICO DA NATUREZA UM MACHO EXIBIR-SE PARA SUA FÊMEA. E, TENDO ELE O PRIVILÉGIO DO CARGO QUE OCUPA E SABENDO QUE NO BRASIL CADEIA SÓ FUNCIONA COM OS POBRES DE RIQUEZA MATERIAL, ELE VIU-SE PROTEGIDO NO CARGO QUE EXERCE.

    *É só minha opinião!*

  2. Lucas said

    Fácil julgar os outros, não? Vc estava presente? Tem como ratificar e tomar por verdade absoluta a VERSÃO que postou acima – repleta de erros de português, diga-se – e divulgá-la? Saiba que, como disseminador de conteúdo na internet, vc é um formador de opinião. E deve, como tal, tomar mais cuidado com as opiniões que emite. Foi dito que o promotor atirou para o alto, em caráter de advertência, antes de efetuar os disparos em direção às vítimas. Como você reagiria ao ser provocado até muito além de seu limite. Nem eu nem você sabemos de fato como se desenrolaram os acontecimentos que culminaram no crime por você já sentenciado. Não tenho qualquer vínculo com o Thales, nunca o vi e não sou simpático a assassinos cruéis. Mas me vejo na obrigação de alertá-lo ao, buscando mais informações acerca do fato aludido, ler o absurdo certamente mal-fundamentado por você publicado.

  3. Lucas said

    Fácil julgar os outros, não? Vc estava presente? Tem como ratificar e tomar por verdade absoluta a VERSÃO que postou acima – repleta de erros de português, diga-se – e divulgá-la? Saiba que, como disseminador de conteúdo na internet, vc é um formador de opinião. E deve, como tal, tomar mais cuidado com as opiniões que emite. Foi dito que o promotor atirou para o alto, em caráter de advertência, antes de efetuar os disparos em direção às vítimas. Como você reagiria ao ser provocado até muito além de seu limite? Nem eu nem você sabemos de fato como se desenrolaram os acontecimentos que culminaram no crime por você já sentenciado. Não tenho qualquer vínculo com o Thales, nunca o vi e não sou simpático a assassinos cruéis. Mas me vejo na obrigação de alertá-lo ao, buscando mais informações acerca do fato aludido, ler o absurdo certamente mal-fundamentado por você publicado.

  4. VIDA said

    SEU PROMOTOR VAGABUNDO!
    E SUA NAMORADA E’ GOSTOSA MESMO!
    BABACA

  5. Motherfuckers ! said

    Advogados Brasileiros sao adovogados do qiunta categoria, Um bando de illiterados, analfabertos, e ladraos. Sera que Thales Ferri Schoedl,poderia ter liberdade no EUA ou Europa pelo crime que ele cometeu?

    “I’ll tell you what, The legal systems in Brazil stinks like those who lives in the country itself.”

    Sou casado com Brasileira, e sou Canadence Africano/Nigeriano, e la, Esse tal promotor, seria executado,pois ele nao e deus que da vida e tira vide, Ele pegaria pena de morte,Q.E.D.

    Os Basileiros la fora do brasil se comportar,mais de volta pro Brasil vira Animal do mato.

  6. RODOLPHO said

    Esse promotor Thales Schoedl foi acobertado pelo Ministério Público e acobertado pelo Tribunal, e foi absolvido. A absolvição é nula porque o Tribunal é incompetente, já que o promotor tinha sido expulso do MP pelo CNMP. A acusação tinha que ter entrado com exceção de incompetência junto ao relator no TJ Paulista, e uma cautelar no STJ para garantir a suspensão do julgamento enquanto não fosse decidida a competência. Com isso, o promotor assassino seria enviado a júri e, com certeza, condenado a vinte anos de prisão, em regime fechado. Ficar discutindo se ele cometeu o crime ou não, isso é asneira, porque é evidente que ele cometeu. Um crime covarde e repulsivo, usando o cargo em benefício próprio. Mas ele ainda será condenado, pois o julgamento será anulado no STJ, por meio de recurso especial, e ele será julgado pelo júri popular, e condenado.

  7. Ponho não (vai que o Thales vê e resolve práticar legitima defeso comigo) said

    Fala isso não cara, se não o o senhor pode ver e meter 14 TIROS DE LEGÍTIMA DEFESA em você!!

    * Só por curiosidade: esses 14 tiros de legitima defesa é de um pente de munição, ou ele, tranquilamente no ato da legitima defesa, recarregou a arma e voltou a descarregar no nosso cidadão de alta periculosidade???

  8. Redh said

    Li o resumo do caso, não sou da área de Direito, mas me deixa muito perplexa o fato de uma pessoa ferir a outra desta maneira. Não foi a morte de uma pessoa simplesmente, é a história de vida de alguém, de uma família… Acredito que não existe justificativa para executar uma vida, não importa o motivo, sempre temos escolhas. O ser humano é falível, sim, e limitado, mas é tão cruel imaginar que alguém pode apagar uma vida como se não significasse nada. Nem a vaidade, nem o poder, nem a riqueza material valem mais do que os princípios que – indiferente de crenças – nos guiam para lutar por um mundo melhor e mais justo.

  9. Yhan said

    Pensei sobre o caso, cuja elucidação parece ser mais difícil do que se imagina, e cheguei a opinião a seguir:

    O fato da vitima, após ter provocado a distância o agressor, ainda ir ao encontro dele (em compnhia de um outro indivíduo sinalizando superioridade numérica, o que até tem indícios de intenção de confrontamento) caracteriza-se como ‘atenuante’ da ação desproporcional do tal promotor, este, que, de forma alguma pode ser tomado por algo como autor de homicídio acidental.

    Outro suposto ‘atenuante’ (investigação mais apurada acerca das atividades da promotoria do cara deveria ser empreendida) é o fato de que muitos promotores de justiça andarem mexendo com ‘gente grande’ das máfias brasileiras, estas, que não se constrangem nem um pouco em ‘armar casinhas’ nem mesmo para seus integrantes (ou vocês acham que a polícia civil aprendeu com quem tais armações?).

    Culpado ele é, mas, o grau dessa culpa (se consciente, se dolo eventual) visto que promotores de justiça geralmente não se sentem seguros a não ser portando armas (motivo discutido no parágrafo acima) pela própria natureza da atribuição profissional (acusação indistinta, o que desagrada tanto mocinhos quanto a bandidos).

    Ainda há a menção ao fato da possibilidade das vitimas terem agido como se fossem empunhar arma branca ou de fogo.

    Eu sinceramente acredito que, numa situação dessas, a despeito do fato da irritação por ter sido indiretamente ofendido moralmente (fato de que ninguem escapa hoje em dia quando se predeu totalmente o respeito pela liberdade alheia de não desejar ser insultado; ainda que com a reação de ofendido daquele que insulta e resolve ‘tomar satisfações’), é uma versão plausível que a situação tenha se invertido e o tal promotor (mesmo que tresloucadamente – o que não se admite nem assim) tenha vislumbrado que empunar sua arma de fogo talvez promovesse não somente sua defesa como de sua namorada/amante/noiva/esposa. Não cansamos (será que não?) de ver casos iguais aqueles da Liane Friedenbach (barbarizada e estuprada por dias a fio) em que, se o Marcelo Café (namorado dela) tivesse empunhado uma arma de fogo, talvez ele e ela não tivessem passado por tudo aquilo, e até estivessem vivos.

    Concordo com a precipitação e não desconsidero a culpa, mas, como um outro colega postou de maneira apropriada em relação a julgar o que não se sabe: Se fosse você e sua namorada na mesma situação, você não teria a mesma reação do cara? Ou será que o caso só desperta ódio por parte dos acusadores por se tratar de um promotor? Os promotores devem se considerar seres humanos a quem é permitida a faculdade de autodefesa (mesmo que tresloucada) ou são seres etéreos intocáveis pela bandidagem? A Psicologia postulou uma vez (é só procurar, eu li já faz tempo) que um índivíduo que se empenha de sobremaneira em condenar o proceder de outro é, das duas uma: Ou alguém com indignação sincera, ou um indivíduo que, na mesma situação de seu acusado, talvez fisésse até pior. É muito fácil deliberar sobre a vida alheia porque o ser humano é, em si, um ditador em potencial (cuida dos deveres alheios mas ‘esqueçe’ os seus próprios). Pensem nisso. O promotor deve ser condenado, mas a atenuação deve ser aplicada (ou não) conforme melhorias na investigação policial (transversa e vertical).

  10. Yhan said

    Por favor, Sr. Moderador, substitua o texto que enviei anteriormente porque apresenta erros ortográficos por displicência alheios a minha vontade (empregos equivocados e falta ou excesso de letras). Peço também que apague os presentes comentários. O texto corrigido é o seguinte:

    “Pensei sobre o caso, cuja elucidação parece ser mais difícil do que se imagina, e cheguei a opinião a seguir:

    O fato da vitima, após ter provocado a distância o agressor, ainda ir ao encontro dele (em companhia de um outro indivíduo sinalizando superioridade numérica, o que até tem indícios de intenção de confrontamento) caracteriza-se como ‘atenuante’ da ação desproporcional do tal promotor, este, que, de forma alguma pode ser tomado por algo como autor de homicídio acidental.

    Outro suposto ‘atenuante’ (investigação mais apurada acerca das atividades da promotoria do cara deveria ser empreendida) é o fato de que muitos promotores de justiça andarem mexendo com ‘gente grande’ das máfias brasileiras, estas, que não se constrangem nem um pouco em ‘armar casinhas’ nem mesmo para seus integrantes (ou vocês acham que a polícia civil aprendeu com quem tais armações?).

    Culpado ele é, mas, o grau dessa culpa (se consciente, se dolo eventual) visto que promotores de justiça geralmente não se sentem seguros a não ser portando armas (motivo discutido no parágrafo acima) pela própria natureza da atribuição profissional (acusação indistinta, o que desagrada tanto mocinhos quanto a bandidos).

    Ainda há a menção ao fato da possibilidade das vitimas terem agido como se fossem empunhar arma branca ou de fogo.

    Eu sinceramente acredito que, numa situação dessas, a despeito do fato da irritação por ter sido indiretamente ofendido moralmente (fato de que ninguem escapa hoje em dia quando se predeu totalmente o respeito pela liberdade alheia de não desejar ser insultado; ainda que com a reação de ofendido daquele próprio que insulta ainda resolver ‘tomar satisfações’), é uma versão plausível que a situação tenha se invertido e o tal promotor (mesmo que tresloucadamente – o que não se admite nem assim) tenha vislumbrado que empunhar sua arma de fogo talvez promovesse não somente sua defesa como de sua namorada/amante/noiva/esposa. Não cansamos (será que não?) de ver casos iguais aqueles da Liane Friedenbach (barbarizada e estuprada por dias a fio) em que, se o Marcelo Café (namorado dela) tivesse empunhado uma arma de fogo, talvez ele e ela não tivessem passado por tudo aquilo, e até estivessem vivos.

    Concordo com o fato de que houve precipitação e não desconsidero a culpa, mas, como um outro colega postou de maneira apropriada em relação a julgar o que não se sabe: Se fosse você e sua namorada na mesma situação, você não teria a mesma reação do cara? Ou será que o caso só desperta ódio por parte dos acusadores por se tratar de um promotor? Os promotores devem se considerar seres humanos a quem é permitida a faculdade de autodefesa (mesmo que tresloucada) ou são seres etéreos intocáveis pela bandidagem? A Psicologia postulou uma vez (é só procurar, eu li já faz tempo) que um índivíduo que se empenha de sobremaneira em condenar o proceder de outro é, das duas uma: Ou alguém com indignação sincera, ou um indivíduo que, na mesma situação de seu acusado, talvez fizésse até pior. É muito fácil deliberar sobre a vida alheia porque o ser humano é, em si, um ditador em potencial (cuida dos deveres alheios mas ‘esqueçe’ os seus próprios). Pensem nisso. O promotor deve ser condenado, mas a atenuação deve ser aplicada (ou não) conforme melhorias na investigação policial (transversa e vertical).

    Sei que não é fácil estar na situação da família das vitimas (uma delas assassinada), mas, também é preciso que as famílias reforçem aos seus integrantes a necessidade de não interferir na vida alheia nem mesmo por uma inofensiva brincadeira de mal gosto. Quem não admira a beleza da namorada ou do namorado alheios (tanto nos casos de preferência heterosexual quanto homossexual) e até trocaria a sua ou o seu pelos admirados? Mas a grosseria de como se expressa isso (e às vezes nem precisa expressar basta olhar e ‘devorar’ com os olhos – não há pêso moral para isso) pode chegar ao extremo idêntico ao de mandar alguém alguém ‘Tomar no olho do c…’ ou ‘ir para a put… que pariu’, não concordam? A reação do promotor é repreensível e passível de punição criminal, mas, será que é totalmente injustificada e não atenuada?

  11. Andre said

    se fosse comigo sentaria o aço tbm…

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