Atrás de uma porta fechada

*Na escuridão de sua cela, já não vive!**O QUE É VIDA?*

Archive for setembro \26\UTC 2007

Ó Vida miserável

Posted by Julian Elli em 2007/09/26

EU QUERO TOMAR TODA… E FICAR DE PORRE.

Vem comigo?

d_vodka.jpg

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A imagem do Cria’Dor /(Justiça poética)

Posted by Julian Elli em 2007/09/26

Sublime é
este ser
esculpido a imagem
do Cria’dor.

No teu quarto
caido sobre a cama medonha
está um cadáver…
Braços e pernas quedradas,
pescoço constringido,
pele esburacada, pelo beijo de uma faca!

Amarrada,
perfurada,
queimada,
marcada por meu amor cruel ela está.

Não há remorso que resida
neste bem feitor coração.

Sou uma praga.
Teu pesadelo real.
Sou filho das desgraças,
e provedor da calamidade!

Sou unigênito, filho dum estupro.
Alimentado com vermes,
fezes, insetos e restos mortais.
Fôra educado na perdição da vida.
Nunca conheci a inocência.
Conheci desde cedo a fricção dos corpos famintos…
Fui obrigado a sobreviver como pude…
Vendendo ou trocando, sempre ao prazer de outros…

Sonho pesadelos, e quando acordo vejo:
tudo é real!

No teu quarto, caido sobre a cama,
deixei-vos um presente, digno do meu ser, para ti amor.

furia.jpg

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“Beijo a mão que me condena”

Posted by Julian Elli em 2007/09/25

Padre José Maurício Nunes Garcia (1767 – 1830)
(Música Colonial Brasileira)

 

Beijo a mão que me condena (Modinha)

Beijo a mão que me condena
a ser sempre desgraçado
obedeço ao meu destino
respeito o poder do fado.

Que eu ame tanto, sem ser amado
sou infeliz, sou desgraçado.

 

Ele, a perdição

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O desgraçado Amor humano

Posted by Julian Elli em 2007/09/22

Amor severo amor
que castiga e entristece minh’alma,
sois a infinita iracúndia
que de nefasta
me conduz precoce à morte.

Severo amor severo
abandone-me!
Voe longínquo
e semei nos distantes corações
teu bálsamo que me desgraça!

Dou-te para quem quiser
Oh Amor cruel, medonho, lascivo e demente.

Amor modaz

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Obsessor, aonde estás minha dor?

Posted by Julian Elli em 2007/09/15

Sinto que você partiu de mim, ser imundo, grotesco, abominável fruto das trevas!

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Morgue

Posted by Julian Elli em 2007/09/10

Prometer… Prometer… Prometer…

Chegará o momento em que será verdade…
Tudo será revelado…
Tudo terá um final preciso…

Os olhos mortos, perfutados, verão…

Forjado em lágrimas e fogo…
Decadente e mefítico.
Medonho, nefasto, terrível, grotesco…

Os olhos mortos, perfutados, verão…

Apedrejado, Filho de serpente,
Cairá a sombra deste.

Os olhos mortos, perfutados, verão…

Chegará o momento em que será verdade…
Tudo será revelado…
Tudo terá um final preciso…

 

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Balofas carnes de balofas tetas

Posted by Julian Elli em 2007/09/01

Cantiga do ILUSTRÍSSIMO, PREEXECELENTE, PREEXCELSO e MAVIOSO poeta ANTÓNIO BOTTO:

Balofas carnes de balofas tetas

Balofas carnes de
balofas tetas
caem aos montões
em duas mamas pretas
chocalhos velhos a
bater na pança
e a puta dança.

Flácidas bimbas sem
expressão nem graça
restos mortais de uma
cusada escassa
a quem do cu só lhe
ficou cagança
e a puta dança.

A ver se caça com
disfarce um chato
coça na cona e vai
rompendo o fato
até que o chato
de morder se cansa
e a puta dança.

balofa.jpg

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Depois Daquele… – O Segundo

Posted by Julian Elli em 2007/09/01

Este aqui veio muito tempo depois Daquele – O Primeiro -, e por certo tempo chamei Este de Segundo…

Mas a magia Dele extinguiu-se!

afpn.jpg

foto: A. com sua esposa M. e sua 2a. filha T.

>>>o<<<

Muitas vezes eu tenho raiva… Mas há momentos em que tenho pena deles, por serem escravos da “obrigação” da tal natureza.

Mas há aqueles, que como eu, desde a concepção, o genes lutaram para serem livres. Daí nascemos libertos do fardo e do fado!

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