Atrás de uma porta fechada

*Na escuridão de sua cela, já não vive!**O QUE É VIDA?*

Archive for the ‘Desespero’ Category

A farça do Amor… O mundo é dor… Condenado a decadência…

Posted by Julian Elli em 2007/11/20

 Poesia: A farça do Amor… O mundo é dor… Condenado a decadência…

(TRECHOS)

MEUS SONHOS SÃO UNICAMENTE ILUSÕES,

QUE APODRECEM ANTES MESMO DE AMADURECEREM.

 

MORTOS, ELES DESPENCAM, DAS ALTURAS DO PENSAMENTO

E INFECTAM A TERRA. (…)

 

TUDO ESTÁ NEGRO, COMO UM RIO

DE SANGUE QUE CORRE SOB A LUZ DO LUAR.(…)

 

SUFOCA-ME ESTE DESEJO…

 

QUERO ALIMENTAR-TE COM PEDAÇOS DESTE CORPO,

PÚTRIDO E DILACERADO. DEPOIS, NUTRIR-ME

COM TUAS FEZES FRESCAS.(…)

 

Ilusao

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Paradiso Perduto

Posted by Julian Elli em 2007/03/05

Se a natureza me privou da beleza…
Se a vida me privou de um lar…
Se Deus – qualquer um que não creio!- privou-me do Amor,

É porque tenho que ser uma criatura grotesca, solitária e vertendo em ódio!

Eu choro, num lamento profundo, por meus inocentes filhos sacrificados: abortados e destruidos, pois assim como seu pai – Eu que os amo além de tudo!-, foram impedidos de vingar.

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Não me toques, pois não sabes o que carrego comigo!
Trago toda a dor dos injustiçados. Sou o portador das suas decadências, pois sinto latente, as calúnias que sofreram, o tapa em suas faces, os escarros, a traição, o abandono, a solidão e seus cruéis assassinatos ou suicídios!

 

Cemitério da Alma

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Amor Mutilado

Posted by Julian Elli em 2007/03/04

Brindemos com fogo à nossa feliz desgraça.
Abasteçamo-nos com as chagas, os tumores e o sangue dos infantes!

Toque-me com toda a delicadeza de um estupro.
Deturpe meus versos…
Penetre-me por todos os orifícios e, se preciso for, querido Amor, abra novos caminhos a facada!
Castre-me! Degole-me! Estripe-me!
Perfure o coração com vossa lança fálica!

Produza neste corpo doente e decadente vossa prole,
como larvas alimentando-se do cadáver podre!

Corpo de Santo

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22 de Fevereiro de 1979

Posted by Julian Elli em 2007/02/22

Há 28 anos atrás nascera uma ilusão, que alimentou-me todos os sentidos cruéis!

Se é destino, estar distante e instigar os sentimentos que me deprimem e prenunciam um fim precoce… nunca creditarei verdade! Destino como tal, igual ao meu, não existe. É KARMA!

Cada dia acordo pensando que estes últimos tempos foram um pesadelo, e desejando mais de que tudo que tu estejas ao meu lado no leito. Então se abate a verdade pungente, de que tu só estás comigo em sonhos, nas recordações do longínquo passado e latente nas sombras.

Cada palavra que não pode ser dita entre nós… cada contato que não pode ser efetivado… tudo fez o que sou hoje! Uma estrela em colapso que digere tudo à sua volta e emite radiação na freqüência do ódio!

Tudo o que não pude ser e fazer, devo ao teu Deus e a tua espécie! Não se nasce para o que eu nasci sem um propósito definitivo.

Logo mais, deitarei-me sem qualquer palavra tua, sem tua ação ou teu contato. Nunca desejei fortuna material, acreditei cegamente que o espírito e a carne são a plenitude deste mundo, e que tinhamos a missão de amar! Mas descobri que tudo É FALSO!

**Espero que tenhas recebido o cartão de aniversário que te enviei!

 

Anjo Caido

_<de> Thomas Julian <para> M. de Morte_

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Aonde estou?

Posted by Julian Elli em 2007/02/18

“Minha culpa…

é tão imensa e devastadora.

Meu toque é severo e frio porque tudo o que vejo está errado: o dia, o sol, a noite, a lua...

A morte não responde às minhas indagações. Ela, creio eu, de nada sabe, apenas, vive seu rito macabro e traiçoeiro.

Já a vida, esta sim, nunca existiu de fato. Porque ela não foi feita para ser real. Ela é utópica, falsa e leviana, uma so(m)bra da morte, então por isso não vivo.”

Universo desolador

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