Atrás de uma porta fechada

*Na escuridão de sua cela, já não vive!**O QUE É VIDA?*

Archive for the ‘Infelicidade’ Category

A farça do Amor… O mundo é dor… Condenado a decadência…

Posted by Julian Elli em 2007/11/20

 Poesia: A farça do Amor… O mundo é dor… Condenado a decadência…

(TRECHOS)

MEUS SONHOS SÃO UNICAMENTE ILUSÕES,

QUE APODRECEM ANTES MESMO DE AMADURECEREM.

 

MORTOS, ELES DESPENCAM, DAS ALTURAS DO PENSAMENTO

E INFECTAM A TERRA. (…)

 

TUDO ESTÁ NEGRO, COMO UM RIO

DE SANGUE QUE CORRE SOB A LUZ DO LUAR.(…)

 

SUFOCA-ME ESTE DESEJO…

 

QUERO ALIMENTAR-TE COM PEDAÇOS DESTE CORPO,

PÚTRIDO E DILACERADO. DEPOIS, NUTRIR-ME

COM TUAS FEZES FRESCAS.(…)

 

Ilusao

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“Beijo a mão que me condena”

Posted by Julian Elli em 2007/09/25

Padre José Maurício Nunes Garcia (1767 – 1830)
(Música Colonial Brasileira)

 

Beijo a mão que me condena (Modinha)

Beijo a mão que me condena
a ser sempre desgraçado
obedeço ao meu destino
respeito o poder do fado.

Que eu ame tanto, sem ser amado
sou infeliz, sou desgraçado.

 

Ele, a perdição

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Visage d’Ange: O Primeiro

Posted by Julian Elli em 2007/06/05

O que dizer sobre alguém amar a uma pessoa já há 12 anos – desde seus 16 anos -, a quem nunca se teve um contato e se desconhece, quase que totalmente, a vida atual desta pessoa? O que é que motiva uma pessoa a este sentimento modaz e perverso chamado amor? Como é que se consegue libertar disso? Por que não é para ser comigo? Por que que uns têm de sofrer um martírio deste?

Tive de fingir… Tive de usar uma pele falsa, tal qual uma camuflagem, para poder ser ele e conhecê-lo…

Criei um Orkut falso, com sua foto e os poucos dados que eu dispunha e, aos poucos os amigos dele foram se chegando e conversando. Ele não tem Orkut! Este terreno não é nada firme, pois sei que a farsa será desmascarada. Mas é com isso que conto. Se Eu não consigo ir até a Montanha, farei com que Ela venha até Mim!

Esta ação incorre num crime, falsidade ideológica. Confeço minha culpa, mas de quem é a culpa maior: a culpa do Amor, do Desejo, da Paixão, dos Sonhos, do Ego, da Minha Criação, deste infeliz Karma? TUDO QUE FAÇO É POR AMOR E NADA MUDARÁ ESTE FATO!

M  M

*fotos #1 e #2, ele é a 1ª. pessoa da direita para a esquerda.

M não sabe e, talvez, nunca saberá, mas minha vida, meus pensamentos e meu corpo, apenas a ele pertence. Dele nunca terei medo e por ele, se necessário eu morreria!

Só Eu sei: Sou aquele que não o magoaria e nem nunca faria nada para decepcioná-lo, pois eu o amo acima da mediocridade humana.

Mas ele está casado e tem filhos.

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Falaz Amor

Posted by Julian Elli em 2007/03/16

Tudo começa com a morte. Ela, que vem, que leva, é a senhora das ações e a mãe do futuro!

Conheci esta mãe ao te amar intensamente. Oh, e quão patético fui eu. Quanto mais nobre e puro for este tal amor, mas refinará um ódio eversor, mais brilhante que os olhos lacrimejados daquele que está por morrer!

Digressionei-me do fado… Um reles puto a despencar na trama ardilosa do amor falaz. Meu futuro discipa-se tal qual a tênue neblina e este corpo decumbente, quebra frágil feito folha seca.

Esta rosa fôra plantada sob único sentido: Ser lançada sobre teu esquife. E nem no ato final, ei de tocar-lhe!

Neste vasto oceano de bilhões de cadáveres ôcos, como pude eu…
Como pudeste tu, ter sabor mais pungente, ser mais fascinate do que os outros nada?

Aqui, se tivesses, perto – dentro – salvarias o mundo, todo ele.
Conceda-me um rumo plácido, para um único acerto.

Rosa Morrendo

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deus anti-Eu (x) Eu anti-deus

Posted by Julian Elli em 2007/03/11

Por que “a face sem nome” tem mais direitos do que eu?

Por que pode ser, estar e permanecer?

O que foi que eu fiz para ser tão supliciado?

Por que não terei chance para ser feliz?

 

Eu te odeio com toda minha força!

Odiei-te no passado, odeio-te no presente e odiar-te-ei no futuro, seja em vida ou em morte.

Toda a tua criação (ladrões, assassinos, estupradores, usurpadores, molestadores, corruptores, etc.) está amaldiçoada, assim como amaldiçôo a ti!

 

Aquele que está perdido e nas trevas, é o que mais precisa de amparo. Nunca viestes em meu socorro!

 

Eu nunca desejei ser senhor da matéria – pilhador de riquezas -, ter poder, ter fama e o domínio sobre os homens. Minha simplicidade pedia apenas uma família… Um lar digno para que houvesse um “nós”!

 

Por conseqüência, vejo as pessoas como objetos. Canso-me fácil e necessito sempre de outras. Eles não me oferecem nada de melhor, apenas distração!

  

Os teus dizem que temos uma destinação. Mas por que eles têm a contemplação de se realizarem…?

Por que escolhestes minha decadência?

Por que se divertes assim comigo?

 

É sabido que eu sou o permanente reflexo das tuas ações danosas!

Vejo, portanto, em ti que a superioridade que bestializa, degenera, malefica e mitifica um Deus!

 

Se houvesse uma chance, eu te usurparia…

Realidade

O mundo é de quem chega primeiro e tivem a gana para dominá-lo!

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Universo Privado

Posted by Julian Elli em 2007/03/09

Cegarei os olhos para não te ver passar.
Queimarei esta pele, e matarei meu tato.
Beberei ácido para poder não sentir teu gosto.

Nada mais me importa!
Tudo deixou de ser distinto:
as formas, as cores, os sons… tudo misturou-se na tela morta, como uma estrela em colapso.
As estações passam em breves segundos, e nada mais permanece, nem o nome fica na memória.
O tempo está decrépito e a matéria gasta demais para produzir vida!

Minha casa -meu lar- tornou-se um pecado.
Minha cova, já não é mais minha, e abriga estranhos.

Foi-se de vez a força que me trouxe aqui.
Meus pés estão em carne viva, e meu coração mofou com o sangue amargo.

Neste território bizarro e confortável,
ergui uma fortaleza de espinhos que espande-se como uma metástase…

Descanso neste trono de ossos encandescentes que me marcam, nutrindo-me das calamidades humanas. Um olor mefítico abraça meu corpo e perfuma o salão.

Consagrado rei mundado… coroado com ramos de urtiga… Fendo este crânio à marteladas entalhando teu nome em meus ossos! Vermes e insetos me apreciam ainda fresco, mas diga-me senhor, qual pedaço de mim devo guardar para vós?

SUPREMO SENHOR DOMINADOR DOS INFEROS

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Paradiso Perduto

Posted by Julian Elli em 2007/03/05

Se a natureza me privou da beleza…
Se a vida me privou de um lar…
Se Deus – qualquer um que não creio!- privou-me do Amor,

É porque tenho que ser uma criatura grotesca, solitária e vertendo em ódio!

Eu choro, num lamento profundo, por meus inocentes filhos sacrificados: abortados e destruidos, pois assim como seu pai – Eu que os amo além de tudo!-, foram impedidos de vingar.

:::::::::

Não me toques, pois não sabes o que carrego comigo!
Trago toda a dor dos injustiçados. Sou o portador das suas decadências, pois sinto latente, as calúnias que sofreram, o tapa em suas faces, os escarros, a traição, o abandono, a solidão e seus cruéis assassinatos ou suicídios!

 

Cemitério da Alma

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Diário de um perdido

Posted by Julian Elli em 2007/02/26

Enternecido coração, que de tão covarde se faz duro.

Faz-me rir este meu jeito egoísta e ilusório de viver.

Nunca soube o que é desgraça. Nunca precisei humilhar-me e nem barganhar a dignidade!

O mundo para mim é descrito em palavras, como se estas pudessem dizer tudo o que há para ser revelado.

Praticamente todas as perguntas que faço estão erradas, e as respostas, talvez corretas.

Mas o que posso fazer, quando não tenho um ponto aonde fixar meu olhar, e nem uma base firme para caminhar sem medo, ou ainda, a utopia de uma vida digna e sublime?

Tantas questões… Quem dera existisse uma resposta definitiva que respondesse todas elas.

Não há mapas, bússolas ou estrelas que me ponham de volta ao curso, deveras transviado.

Encontro-me perdido no meu próprio ser, afogando-me num turbilhão de pensamentos obscuros e revolucionários.

Cansei-me de nada fazer da vida. Já que ela por si só fede, preciso de grana para comprar um bom perfume!

Labirinto da alma

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Lágrimas para quê?!

Posted by Julian Elli em 2007/02/22

 Gostaria de chorar bastante hoje, mas isso não vale de nada.

Já chorei tantas vezes e nada mudou.

Gostaria de ordenar aos oceanos que engolissem o mundo; ao Sol que engolisse a Terra; a um buraco-negro que engolisse a galáxia… Por fim, ordena a minha mente que devore Deus – qualquer um que não creio! – e sua criação!

De nada vale viver nesta casca podre!

*Preciso exteriorizar estes sentimento por outras vias…

É por isso que criei este blog!

Não adianta falar para quem não ouve…

Nem agredir as sombras.

 

Buraco Negro Fractal

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A Obra Prima do Caos

Posted by Julian Elli em 2007/02/18

Marco Zero.

Esta mensagem marca o início da existência deste blog.

“O Nada me parece ser mais valoroso do que tudo que existe!”

– Eu, Thomas Julian Van Death & Mirabeau

Amarras

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