Atrás de uma porta fechada

*Na escuridão de sua cela, já não vive!**O QUE É VIDA?*

Archive for the ‘Mefítico’ Category

Extinção Humana: Meu Triunfo!

Posted by Julian Elli em 2007/12/13

Eu queria ser

 a causa portadora de uma pestilência que viesse para acometer a humanidade e causar a sua extinção.

 

O Triunfo da Morte

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A farça do Amor… O mundo é dor… Condenado a decadência…

Posted by Julian Elli em 2007/11/20

 Poesia: A farça do Amor… O mundo é dor… Condenado a decadência…

(TRECHOS)

MEUS SONHOS SÃO UNICAMENTE ILUSÕES,

QUE APODRECEM ANTES MESMO DE AMADURECEREM.

 

MORTOS, ELES DESPENCAM, DAS ALTURAS DO PENSAMENTO

E INFECTAM A TERRA. (…)

 

TUDO ESTÁ NEGRO, COMO UM RIO

DE SANGUE QUE CORRE SOB A LUZ DO LUAR.(…)

 

SUFOCA-ME ESTE DESEJO…

 

QUERO ALIMENTAR-TE COM PEDAÇOS DESTE CORPO,

PÚTRIDO E DILACERADO. DEPOIS, NUTRIR-ME

COM TUAS FEZES FRESCAS.(…)

 

Ilusao

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A imagem do Cria’Dor /(Justiça poética)

Posted by Julian Elli em 2007/09/26

Sublime é
este ser
esculpido a imagem
do Cria’dor.

No teu quarto
caido sobre a cama medonha
está um cadáver…
Braços e pernas quedradas,
pescoço constringido,
pele esburacada, pelo beijo de uma faca!

Amarrada,
perfurada,
queimada,
marcada por meu amor cruel ela está.

Não há remorso que resida
neste bem feitor coração.

Sou uma praga.
Teu pesadelo real.
Sou filho das desgraças,
e provedor da calamidade!

Sou unigênito, filho dum estupro.
Alimentado com vermes,
fezes, insetos e restos mortais.
Fôra educado na perdição da vida.
Nunca conheci a inocência.
Conheci desde cedo a fricção dos corpos famintos…
Fui obrigado a sobreviver como pude…
Vendendo ou trocando, sempre ao prazer de outros…

Sonho pesadelos, e quando acordo vejo:
tudo é real!

No teu quarto, caido sobre a cama,
deixei-vos um presente, digno do meu ser, para ti amor.

furia.jpg

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O desgraçado Amor humano

Posted by Julian Elli em 2007/09/22

Amor severo amor
que castiga e entristece minh’alma,
sois a infinita iracúndia
que de nefasta
me conduz precoce à morte.

Severo amor severo
abandone-me!
Voe longínquo
e semei nos distantes corações
teu bálsamo que me desgraça!

Dou-te para quem quiser
Oh Amor cruel, medonho, lascivo e demente.

Amor modaz

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